Na cabeça do pelotão pelo ciclismo com todos e para todos

Na volta a Portugal pelo esclarecimento e a mobilização de forças para mudar o ciclismo, Sandro Araújo prossegue os debates com a comunidade velocipédica nacional.

Na sexta-feira, 24, reuniu com filiados da Região Autónoma da Madeira. Na terça, 28, estará em Bragança. No dia seguinte, 29, no Fundão, seguindo-se Tondela, a 30, e a terminar a semana, sexta-feira, dia 31, reúne com treinadores, numa sessão online em que estará acompanhado por Isabel Fernandes, mandatária nacional da candidatura, e Mário Alpiarça, mandatário para aquela categoria profissional.

O candidato à presidência da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) segue isolado face à concorrência no contato direto, materializando o lema de campanha «Com todos. Para todos». Sem exceções e com a disponibilidade para apresentar os compromissos, princípios e áreas prioritárias de intervenção que assume, bem como para somar contributos e recolher aspetos do diagnóstico ao ciclismo, transmitidos de viva voz. 

Por isso, sempre a partir das 18h30, vai estar na terça-feira, 28, em Bragança, com clubes e licenciados locais, na Escola Superior de Educação – Campus de Santa Apolónia, e na quarta-feira, 29, encontra-se na sala de reunião do Pavilhão Multiusos do Fundão com clubes e licenciados da área territorial da A.C. Beira Interior. No dia seguinte estará em Tondela, na área da A.C. Beira Alta.

Os objetivos são os cumpridos em já quase duas dezenas de encontros realizados. O último dos quais na sexta-feira, 24, com filiados da Região Autónoma da Madeira, no qual Sandro Araújo e Isabel Fernandes registaram questões como a necessidade de apoio da FPC aos clubes e atletas que pretendem participar em provas no continente, a concordância dos madeirenses na criação de seleções regionais, a urgência de assentar em bases sólidas as carreiras duais ou a importância da formação para guias turísticos de estrada e de BTT.

Em todas as iniciativas, Sandro Araújo tem deixado um desafio e um apelo: por um ciclismo total, todos não somos demais e que ninguém se deixe afastar das decisões que importa construir para o presente e o futuro do ciclismo nacional.