Estreitar laços entre a comunidade velocipédica e os centros de decisão, assegurar a sua participação efetiva nas diretrizes para a modalidade, tem sido uma das propostas e prática concretizada desde já por parte da candidatura de Sandro Araújo à presidência da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC). Ontem ao final da tarde, em debate com filiados dos Açores, esse voltou a ser o mote.
O líder da candidatura «Ciclismo Total», acompanhado por Ana Cunha, candidata a vice-presidente, e por Isabel Fernandes, mandatária nacional, ouviu justas preocupações, de resto anteriormente expressas por filiados em debates noutras regiões. Contudo, nos Açores, a insularidade duplica a penalização quando não se tomam medidas para a combater.
Sandro Araújo garantiu, uma vez mais, que aproximar o ciclismo das pessoas e a FPC daqueles que lhe dão expressão no território, é uma prioridade. E aproveitou ainda a oportunidade para registar necessidades colocadas pelos filiados açorianos, mas que, sublinhe-se uma vez mais, não são exclusivas da comunidade velocipédica presente naquela região ultraperiférica.
Carreiras de comissário e formações de treinadores mais atrativas e descomplicadas, promoção do contacto da comunidade velocipédica local com a comunidade escolar, criação de pistas que atraiam praticantes e condições para que os atletas e equipas possam participar em provas no continente, foram algumas das questões abordadas.
