Cláudio Guimarães, Comissário Internacional de Estrada com uma longa trajetória na arbitragem, na qual se iniciou oficialmente em 1996, é o candidato da «Ciclismo Total» à presidência do Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Ciclismo (UVP-FPC). Acompanham este formador de comissários e regulamentos na UVP-FPC, na candidatura ao CA, os vogais Luís Teixeira, Tânia Coelho, Luís Guégués e Gustavo Sousa.

Luís Teixeira cumpre já 53 anos de dedicação ao ciclismo, tendo sido corredor, comissário e secretário-geral da Associação de Ciclismo do Minho. Já Tânia Coelho exerce como Comissária Regional de ciclismo desde 2018, trazendo uma visão prática da arbitragem, uma vez que conta no seu percurso a organização e assistência em provas antes de formalizar a sua formação como comissária.

Luís Guégués também aporta à equipa uma experiência abrangente em cargos desportivos e administrativos na Federação, integrando a sua Direção desde 2021. Criou e coordenou sistemas integrados de classificação e relatórios para a UVP-FPC e tem experiência em provas nacionais e regionais, como organizador e diretor; enquanto que Gustavo Sousa se destaca pela extensa carreira na arbitragem de várias modalidades, incluindo hóquei em patins e futsal, onde foi árbitro FIFA e UEFA. Atualmente é Vice-Presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol e é uma mais-valia pela multidisciplinaridade e boas práticas que pode implementar na modalidade.

Traz uma vasta experiência de arbitragem e observação em diferentes desportos, incluindo cargos de direção, o que enriquecerá a arbitragem do ciclismo com uma perspetiva multidisciplinar.

Como suplentes ao CA, a «Ciclismo Total» propõe Carlos Nogueira, Comissário Nacional desde 2000, treinador de ciclismo, com experiência em eventos desportivos e gestão e enquanto secretário-geral da Associação de Ciclismo do Porto; Sílvia Almeida, Comissária Regional de ciclismo entre 2013 e 2019, presidente de uma associação sociocultural, trazendo experiência comunitária e de gestão associativa; e Anália Santos, Licenciada em Comunicação Social e comissária regional desde 2014, tendo acumulado experiência em gestão e apoio social, além de formação em Naturopatia. A sua trajetória diversificada pode contribuir para uma abordagem inclusiva e comunicativa na arbitragem.

Refira-se, por fim, mas não em último na escala de importância, que além da imbatível experiência, entre os candidatos ao CA três são mulheres e comissárias, prova de que este é o projeto que cumpre o lema do ciclismo com todos, para todos.

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