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PROMOVER A INCLUSÃO
E A IGUALDADE DE OPORTUNIDADES
A percentagem de filiadas na FPC é neste momento de 7%, um número preocupantemente baixo numa sociedade em que a inclusão e a igualdade são a grande bandeira. A solução não passará pela existência de quotas nem, tampouco, pela criação de um “ciclismo no feminino”. Para que o ciclismo seja uma opção é preciso criar condições de atratividade e, de forma séria, descobrir as condições específicas de alteração para que mulheres e homens se sintam bem dentro do Ciclismo Nacional. O mesmo se aplica no exercício das funções, de qualquer espécie, que escolham e que tenham competência.
Além das propostas já avançadas, propomo-nos a promover mais provas femininas e estruturar os calendários; separar as provas por escalões etários, pela verdade desportiva, pelo desenvolvimento das atletas e pela sua segurança; investir no trabalho com as escolas, a fim de que mais meninas e raparigas adiram à prática de ciclismo e o número de filiadas aumente; acompanhar a passagem das ciclistas Sub15 a Sub17; promover um maior contato com o ciclismo feminino internacional; elevar o nível de desempenho das nossas atletas; alargar o trabalho das seleções nacionais (e regionais) a mais atletas; incentivar à formação de equipas femininas com um número de atletas mínimo para constituir equipa.
