Nunca como agora houve tantos candidatos a delegado à Assembleia-Geral (AG) da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC). São 48 os candidatos a eleição pelas associações regionais, 43 pelas várias categorias dos ciclistas (6 de estrada e pista amadores; 18 de BTT amadores; 4 profissionais; 11 de outras vertentes; 4 paraciclistas). A estes somam-se como candidatos a delegados, 11 representantes dos treinadores de Nível 1 e 9 em cada um dos níveis 2 e 3; 15 representantes dos comissários Internacionais e nacionais e 7 dos congéneres regionais; 2 dos organizadores.
Um total de 144 candidatos a delegados que sublinham que o momento é histórico e, simultaneamente, uma oportunidade para promover a mudança de ritmo e fazer o ciclismo nacional pedalar para a vitória.
Desde que nos lançámos na corrida à FPC, a candidatura «Ciclismo total – com todos para todos» incentivou a comunidade velocipédica a participar massivamente nesta importante etapa que são as eleições para a FPC.
Na sua primeira declaração de candidatura à presidência da FPC, Sandro Araújo sublinhou, sem hesitações, a defesa de «um ciclismo no qual atletas, técnicos, dirigentes, comissários e demais filiados – mas também os adeptos – se sintam parte integrante da comunidade ciclística portuguesa».
E foi também claro quanto ao objetivo de alcançar «um ciclismo e um sistema federado geridos com rigor, profissionalismo e respeito; uma modalidade que cumpra o seu inigualável potencial desportivo e social, para indivíduos e comunidades, fortalecendo parcerias em setores transversais à sociedade nos quais a bicicleta e a prática do ciclismo poderão assumir, cada vez mais, um papel de referência; (…) um ciclismo com forte dinamismo regional, investindo nos escalões de formação, e na ligação aos municípios e ao sistema de ensino, mobilizando clubes e associações regionais».
Os debates, contatos e reuniões que já fizemos, de norte a sul, do litoral ao interior e com as regiões autónomas, procurando ouvir e esclarecer, mas, sobretudo, mobilizar, são prova de que estamos certos quando afirmamos que cabe à comunidade velocipédica tomar nas suas mãos os destinos do ciclismo nacional.
A existência de um número recorde de candidatos a delegado à AG, quer em termos absolutos quer por categoria, mostra que tínhamos e temos razão, igualmente, ao afirmarmos que a força e potencial do ciclismo nacional está na vitalidade interventiva e de trabalho daqueles que o fazem todos os dias.
São, por isso, os mais capacitados para elevar a modalidade a patamares de rigor e excelência, de maior interligação com a sociedade. São esses mesmos que estão e vão continuar a assumir a responsabilidade que lhes cabe na construção do presente e do futuro, quer seja como delegados quer seja através do voto no próximo dia 29.
A todos saudamos pela audácia e determinação em romper com o «mesmismo». Com todos contamos por um «Ciclismo total».
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#comtodosparatodos
#sandroaraujo2024
